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Quanta alegria nas ruas
Presa fácil
Lá vai atraz de um peludo
Quantas almas poluídas
Dos mais vividos
Sentindo-se sua mulher
A ilusão em lampejos
De falsa sabedoria
Acreditando em quimeras
Preenche os seres vazios
Que distribuem a mentira
E no lixo das frazes feitas
Vendendo sonhos e fantasias
E a decadência
Degradando-se à cada beijo
Que se desfarão no fim do dia
Tirando a inocência
Feliz na sua inconsciência
Quando se for
E viciando nos vícios
Sem saber o que lhe espera
A última companhia
Grandes e pequenos
Lá na frente
     
ESCRITO NO DOMINGO DE CARNAVAL DE 22/4/2004 ÀS 15h