.
 
0
Bombas que caem
Eu queria um momento
Matando crianças
Ter na alma o prazer
Bombas que bombam
De não ver mais sofrer
Da paz a esperança
Nunca mais um só ser
0
0
Semeando a terra
Morte aos arsenais
Com corpos humanos
Que apodreçam sem uso
Cultivando na guerra
Até o último parafuso
Colheitas de fome
Seus estoques mortais
0
0
Em teu nome se fala
Plante amor meu leitor
Em liberdade e paz
A sua vida inteira
A indústria da guerra
A alegria faça florecer
Não pára jamais
Jardineiro da paz seja você
-
ESCRITO EM 25/3/2005