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O
evento acontece toda segunda-feira, a partir das 20:00h. O ingresso custa
R$1,99. O Espaço Convés fica na Rua Cel. Tamarindo, 137,
Gragoatá Niterói RJ. Quem quiser saber mais sobre o evento
e o Movimento Arte Jovem Brasileira, acesse a página www.artejovem.org,
ou ligue para: (21) 8719-1980. |
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A
carne de vitela, é muito apreciada por ser tenra, clara e macia.
O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento
do bezerro. O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria
de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros
macho nascidos das vacas leiteiras.
Veja como é obtido esse "produto": Assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias. Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso - alimentação que consiste de substituto do leite materno. Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia. "Baby beef", é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados. Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da mobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate. A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material. Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral. Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso. A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente. Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede. Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido. Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo. No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderem sequer se deitar. Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida - de uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol. E as pessoas comem e apreciam esse tipo de carne sem terem idéia de como é produzida. A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais e repulsivos mercados de animais no mundo todo. Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática - como na Europa - o jeito conscientizar as pessoas sobre a questão. Nossa arma é a informação. Se souber o que está comendo, a sociedade que já não mais tolera violências, vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse sofrimento não comendo carne de vitela ou "baby beef" e repudiando os restaurantes que a servem. O consumidor tem força e deve usar esse poder escolhendo produtos, serviços e empresas que não tragam embutido o sofrimento de animais inocentes. Fonte: Instituto Nina Rosa - Projetos por Amor à Vida |
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O
novo centro de convenções de médio porte na Cidade
Nova fica ao lado da sede administrativa da Prefeitura. Com o novo espaço,
o Rio terá reforçada sua posição no circuito
internacional de eventos, além de incentivar a geração
de empregos e a revitalização econômica e urbanística
desta área do Centro. A área total é de 38.500 m2
e três mil lugares no recinto principal. Conjuga arquiteturas nova
e antiga, com a recuperação do antigo prédio da TV
Record. No andar térreo, um pé direito de 16 metros garante
a montagem de estandes para feiras e exposições. O Centro
tem uma boa estrutura de transportes e estacionamento com mil vagas. |
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.ÁREA
TOTALl - 43.696,054 km2 - NÚMERO DE MUNICÍPIOS DO ESTADO
- 92 - NÚMERO DE FAVELAS - 1.269 EMPREGOS FORMAIS E INFORMAIS -
População ocupada - 6.237.227 - Pessoas que trabalham por
conta própria - 1.418.721 Pessoas sem carteira de trabalho assinada
- 944.588 - Pessoas com carteira de trabalho assinada - 2.287.895 - Militares
e funcionários públicos estatutários - 584.807 -
POPULAÇÃO TOTAL -14.761.862 - homens - 6.940.797 - mulheres
7.821.065 - população urbana - 14.285.553 - população
rural - 476.309 - pessoas até 24 anos - 8.169.147 - pessoas com
mais de 65 anos - 1.315.852 - população branca - 9.078.705
- população negra - 1.567.083 - população
parda - 4.094.468 - polulação amarela - 12.506 - população
indígena - 8.479 - sem declaração de cor - 621. -
DADOS SOBRE TRABALHO (referentes à população acima
de 10 anos) rendimento médio mensal - R$ 517,00 - população
urbana - R$ 526,00 população rural - R$ 251,00 - homens
- R$ 699,00 - mulheres - R$ 362,00 das 12.581.012 pessoas, com mais de
dez anos de idade, 1.500.302 ganham até um sálario-mínimo
e 188.920 ganham mais de 20 salários mínimos - 4.406.849
não possuem rendimento. - 356.802 pessoas com mais de 60 anos eram
economicamente ativas em 2002 - das 778.824 pessoas sem instrução
ou com menos de um ano de instrução, 298.365 eram economicamente
ativas na época - das 961.627 pessoas com 15 anos ou mais de instrução,
768.966 eram economicamente ativas na época - total de pessoas
aposentadas e/ou pensionistas - 2.131.708. Dessas, 829.280 eram economicamente
ativas ou tinham algum tipo de ocupação - 202.292 pessoas
que trabalhavam na época tinham mais de um emprego - das 6.237.227
pessoas ocupadas na semana de referência, 3.679.164 contribuim para
algum instituto de previdência, sendo que 218.885 contribuiam para
a previdência privada - MIGRAÇÃO da população
total do Rio, 12.194.388 nasceram no próprio estado. Em segundo
lugar estão os que vieram de Minas Gerais - 571.550 os estrangeiros
que vivem no estado correspondem a 136.948 pessoas - das 12.581.012 pessoas
com mais de 10 anos, 7.056.167 são economicamente ativas e 5.519.361
não economicamente ativas (5.484 não declararam). - EDUCAÇÃO
- das 13.718.046 pessoas com mais de 5 anos, 12.785.235 são alfabetizadas
e 931.567 não alfabetizadas (1.244 não declararam) - das
778.824 pessoas que não possuem instrução ou têm
menos de 1 ano de instrução, 717.332 vivem nas cidades e
61.492 no campo - 961.627 pessoas possuem 15 anos ou mais de instrução
- em 2002, havia 3.939.190 estudantes com mais de 5 anos. Destes, 393.334
estavam na pré-escola, 2.321.757 fazendo o 1º grau, 757.893
fazendo o 2º grau e 466.206 cursando o superior. - DADOS SOBRE FAMÍLIAS
- domicílios particulares permanentes - 4.647.400 - próprios
- 3.419.253 - alugados - 764.909 - cedidos - 423.918 - domicílios
particulares permanentes - 4.647.400 - com abastecimento d'água
com canalização interna - 4.533.476 - com esgotamento sanitário - 4.626.602 - sem esgotamento sanitário - 20.360 - que tinham lixo coletado diretamente - 3.967.751 - que tinham lixo coletado indiretamente - 527.387 - com iluminação elétrica - 4.639.033 - sem iluminação elétrica - 7.491 - com telefone - 3.521.153 - sem telefone - 1.125.371 - dos 4.647.400 domicílios particulares permanentes, 75.810 possuíam mais de 4 pessoas por dormitório - Fonte: IBGE /PNAD 2002. |
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A
Passarela da Fauna tem uma área de 22 mil metros. O novo espaço
abriga cervos, antas, capivaras, emas, animais aquáticos, tartarugas
e aves marinhas. Passeando sobre a passarela, os visitantes tem uma visão
privilegiada e uma proximidade segura dos animais, sem interferir em seus
hábitos. Os animais estarão alojados em ambientes próximos
ao habitat natural o que lhes propicia uma melhor qualidade de vida e
bem-estar. O espaço também conta com um recinto para mamíferos
aquáticos e outro para aves marinhas. Os passeios
são realizados todas as quintas-feiras. Os visitantes são
acompanhados por biólogos do Zôo e conhecem os recintos dos
jacarés, da coruja, do jupará, do tamanduá, do jaguarundi,
do tatu-bola e do macaco-da-noite, animais característicos da fauna
brasileira. Serão mostradas também espécies exóticas
como o hipopótamo, dificilmente visível durante o dia, e
grandes felinos como leão, tigre e leopardo. As visitas ao Zôo
by Night podem ser agendadas pelo telefone 2567-9732. Entre as curiosidades
a serem reveladas pelos biólogos está o grande desenvolvimento
do ouvido da coruja, que permite localizar uma presa na escuridão.
Outra é que a ave urutau tem duas fendas na pálpebra superior
para observar ao seu redor sem abrir os olhos. |
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hectares, incluindo a área do Jardim Zoológico. Residência
oficial da Família Real Portuguesa entre 1816 e 1889, o parque
oferece inúmeras atividades culturais e esportivas para todas as
idades. Entre as opções culturais destacam-se o Museu Nacional,
o Zoológico do Rio, os espetáculos do Teatro de Guignol
e o Museu da Fauna. Além de ampla estrutura de lazer composta por
quadras poliesportivas, os jardins de enormes gramados são um convite
aos piqueniques, passeios e brincadeiras infantis. O aluguel de triciclos,
quadriciclos, carrinhos, pedalinhos e caiaques completam o leque de atrações.
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Antenas
de TV, torres de celular e altos níveis de poluição
na atmosfera estão provocando um desequilíbrio bionergético
no organismo das pessoas. Nesse contexto, o potencial elétrico
do organismo aumenta e provoca inúmeros males, desde um simples
cansaço crônico até um problema degenerativo mais
grave. A constatação é do bioenergopata Geraldo Medeiros
Jr. que recebe por ano centenas de pessoas insatisfeitas com os tratamentos
convencionais. “Quando o problema está na estrutura bioenergética
do corpo, os métodos convencionais não conseguem identificar
as causas; diante disso, a Bioenergopatia tem sido a solução
mais eficaz na reversão dos processos degenerativos”, explica
o bioenergopata, que fundou o Centro de Análises de Enervia Vital
em São Paulo para avaliar o estado das pessoas e aplicar esse novo
método terapêutico. “Com o desequilíbrio bioenergético,
o sangue começa a ficar ácido e expulsa o oxigênio,
afetando o fígado e desencadeando diversos problemas no corpo”,
alerta. Maiores detalhes em www.institutomedeiros.com.br
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Desde
o século XVII, o perímetro que vai da Rua Primeiro de Março
até a linha do mar é considerado uma região extremamente
importante. Após a expulsão dos franceses, Estácio
de Sá (fundador da cidade) resolveu transferir o povoado para o
interior da Baía de Guanabara, uma vez que o novo sítio
permitia um maior poder defensivo e plena visibilidade da entrada da barra,
além de possibilitar a instalação de um cais. Com
o desenvolvimento da região, foram sendo construídas importantes
edificações civis e religiosas como a Praça XV, a
Bolsa de Valores (atual Centro Cultural Banco do Brasil), a Igreja da
Ordem Terceira do Monte do Carmo. Tais construções, assim
como suas histórias, tornaram o trecho compreendido entre a Rua
Primeiro de Março e o mar o mais significativo conjunto arquitetônico
da cidade do Rio de Janeiro, e a conservação desse patrimônio
é tarefa primordial para o Comitê de Revitalização
do Centro Histórico do Rio de Janeiro, que está lançando
o projeto "Construindo uma Área de Excelência."Idealizado
e dirigido pela diretora do Núcleo de Bens Culturais da Universidade
Estácio de Sá, Daisy Ketzer, o projeto é uma iniciativa
do Conselho Empresarial de Cultura da Associação Comercial
do Rio e conta com apoio de vários órgãos públicos
municipal e estadual. Ainda em estágio inicial, o plano tem como
principal objetivo disseminar, em toda a cidade, ações e
idéias de melhorias por meio de limpeza, urbanização
e policiamento, a partir de um ponto específico: o Centro Histórico
do Rio compreendendo o trecho que vai da Rua Primeiro de Março
até a linha do mar. O projeto "Construindo uma Área
de Excelência" tem como ponto de partida a conscientização
dos comerciantes e instituições da região que, por
meio de uma cartilha instrutiva, terão noções do
valor histórico da área, assim como também irão
compreender as leis que são constantemente infringidas. No material
impresso encontram-se informações importantes sobre como
o comerciante deve tratar o esgoto de seu estabelecimento, além
de dicas quanto o uso racional da água, o cuidado com o lixo e
ainda as leis que regem a área para colocação de
mesas e cadeira em frente aos estabelecimentos. De acordo a coordenadora
do projeto: "este é um trabalho de resgate do orgulho de ser
carioca. Por meio da cartilha, os comerciantes e as instituições
irão se conscientizar do valor histórico desse local e passarão
a conservá-lo. Essa mudança de atitude somente poderá
trazer benefícios à população, além
de incrementar a atividade turística na região", analisa
Daisy. |
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